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terça-feira, 29 de setembro de 2015

ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO – POR QUÊ?

ASSOCIAÇÃO DAR A MAO – POR QUÊ?

MINHA FILHA DARA NASCEU DIFERENTE.
Para mim, a ausência de um membro em Dara não é motivo para me sentir menos privilegiada, ou muito menos para ter "vergonha". Ao contrário, vejo minha filha como uma JÓIA RARA, uma preciosidade que só me traz alegrias.
Hoje entendo que duas palavras são fundamentais no dia a dia de uma família com algum tipo de diferença física: ACEITAÇÃO e ADAPTAÇÃO.
Primeiro, a ACEITAÇÃO de que uma “deficiência física” é algo que não podemos escolher ou controlar, mas podemos sim amar, cuidar, orientar, ensinar. O que é um membro? É algo que tem sua funcionalidade, claro, mas neste contexto a estética e a aparência são mais predominantes e consideradas de uma forma geral. Para a sociedade, estética é tudo, infelizmente.
Quando saio para passear com Dara, as pessoas olham, perguntam, ou muitas vezes não dizem nada, mas querem dizer. Ao mesmo tempo, percebo que a sociedade está aos poucos aprendendo a naturalidade das diferenças. Muito se tem avançado sobre isso, então enquanto “mãe”, preciso ACEITAR esta condição de minha filha para saber defendê-la, quando necessário, de qualquer tipo de diferenciação ou discriminação. E também para oferecer o que tenho de melhor: os melhores recursos, as melhores possibilidades, os melhores sentimentos e ensinamentos para auxiliá-la em suas “limitações”.
          Minha filha terá limitações? Dentro de suas próprias capacidades, sim, mas o que muitos médicos dizem é que as crianças se adaptam mais facilmente do que nós, adultos.
          A outra palavra: ADAPTAÇÃO.  Primeiramente, na posição de uma mãe que não esperava esta condição em sua bebê. Mas, acima de tudo, como uma mãe que prepara sua filha para não ter vergonha de sua diferença. Aliás, para que essa filha não se sinta diferente, mas sim especial. De uma forma maravilhosa e linda, de uma forma única.
          Conforme Dara vem crescendo, tenho sentimentos gratificantes: a alegria de ter uma criança que se supera dia a dia, que segura a mamadeira com a mão e o "toquinho" da outra mão com agenesia, que pega seus brinquedos e se diverte sem limitações, que hoje sabe andar, mas antes disso se esforçava para engatinhar, perdia o equilíbrio, em seguida continuava sorrindo, e de repente saía engatinhando pela casa toda! Uma criança que bate palminhas sorrindo, e adora olhar as duas mãos, uma diferente da outra, cada uma com suas características. Assim é a Dara. A cada sorriso dela, me sinto renovada.
Dara ainda não entende sua diferença, mas já vê que uma mão não é igual à outra... e quer saber? Ela brinca com isso, olha e sorri, e vai crescer sabendo que é muito amada e que sua agenesia não lhe fará inferior ou diferente de ninguém!
          Sempre vejo histórias diferentes, acompanho nas redes sociais exemplos de crianças semelhantes à Dara, adolescentes que são felizes e vivem como todos os outros. Adultos bem sucedidos: modelos, atletas, músicos, escritores, enfim, pessoas realmente bem-sucedidas em todos os aspectos. Por isso sei que o futuro será um grande presente para minha filha.
Uma frase resume muito bem o que eu gostaria de dizer: "A agenesia está no seu filho, mas ela não é a identidade dele". (Alessanra Rigazzo)

AGENESIA: Uma diferença que se vê, mas simplesmente não faz diferença!

Geane Poteriko.

(Mãe de Dara).

ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO: Uma corrente do bem.



ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO: Uma corrente do bem.

"O impossível só existiu até o dia que inventaram a superação". Este é o lema de uma entidade sem fins lucrativos que está sendo criada em São João do Ivaí com uma única missão: fazer o bem. O trabalho da Associação “Dar a Mão” é direcionado especialmente às crianças e adolescentes afetados pela Síndrome da Brida Amniótica e seus familiares.
Esta Síndrome é uma condição rara e pouco conhecida, que afeta 1 a cada 15 mil nascimentos em todo o mundo, e merece a devida atenção e divulgação principalmente porque não há nenhum tipo de orientação ou mesmo divulgação de informações a respeito. Poucas pessoas sabem o que é a Síndrome da Brida Amniótica e muito pouco se fala sobre esta condição rara, que afeta gestantes e causa a amputação ou má formação de membros, como dedos, mãos, braços, pernas ou pés. Popularmente dizendo, a síndrome é causada por uma fibra interna da bolsa da placenta que gruda no bebê, impedindo que o órgão que foi grudado se desenvolva. Não existem causas cientificamente provadas para isso acontecer, pesquisas indicam que a causa desta condição é acidental, pois não há fatores genéticos ou hereditários envolvidos.
Assim, considerando a quantidade de crianças e adolescentes afetados por esta condição e a escassez de informações e inexistência de um trabalho direcionado às suas famílias, está sendo criada em nosso município uma Associação sem fins lucrativos com o nome de “Dar a Mão”, no sentido de doar apoio, “dar a mão” para portadores de diferenças de membros (deficiências físicas) e seus familiares. A motivação inicial da criação desta Associação (ONG) é a história de vida de Dara, filha da professora sãojoanense Geane Poteriko, uma bebezinha hoje com 1 ano e 9 meses que nasceu com agenesia de mão, sem os dedos e parte da mão direita, devido à Síndrome da Brida Amniótica. A denominação da Associação “Dar a Mão” faz simultaneamente referência ao nome de “Dara” e ao verbo “dar”, remetendo à ação de oferecer ajuda e solidariedade para indivíduos que nasceram com condições físicas semelhantes à desta bebezinha.
          A Associação será composta por um grupo de Parceiros, Voluntários, Mães e Familiares de crianças, adolescentes ou indivíduos nascidos com agenesia de mão/membros superiores.  Surge a partir da constatação da necessidade de criar uma estrutura de apoio mais organizada, com o objetivo de conscientizar e sensibilizar sobre as diferenças de membro e apoiar os familiares de crianças, adolescentes ou indivíduos com diferenças físicas. A proposta inicial Associação “Dar a Mão” é criar uma rede de apoio por meio da qual serão oferecidas informações médicas e recursos aos pais e familiares, conscientização e sensibilização sobre as diferenças de membros (realização de campanhas), divulgação sobre o que é Síndrome da Brida Amniótica, diagnóstico, acompanhamento, implicações, entre outras informações importantes sobre esta condição rara. Além disso, a Associação irá indicar a criança/adolescente para se integrar ao “Projeto Dara Prótese”, para receber assistência e a doação de prótese feita em impressora 3D, assim como acompanhamento/suporte no processo de adaptação ao uso do dispositivo protético.
O “Projeto Dara Prótese” ("Dar a prótese" com sentido de "doar" e ao mesmo tempo se referindo ao nome de “Dara”, que foi considerada a inspiradora desta iniciativa) é um Projeto Universitário em início de implantação em Curitiba, liderado pela pesquisadora da PUC-PR, Lúcia Miyake, e pelo Lions Clube Curitiba Batel (Comissão de Acessibilidade do Lions Clube). Uma equipe de profissionais da área da saúde, educação, engenharia e afins, formada por médicos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, professores, engenheiros, estudantes e voluntários solidários com crianças e adolescentes que, assim como Dara, nasceram com diferença de membro superior, se dispuseram a trabalhar em conjunto para fabricar e doar próteses feitas em impressoras 3D para aqueles que precisam. Além de fabricar e doar próteses, será feito o processo de acompanhamento e a reabilitação do usuário e também serão fornecidos suporte/apoio aos familiares, tanto em relação às próteses como em outros aspectos.
          A proposta do Projeto Dara Prótese inclui fazer um trabalho direcionado também às gestantes, de acompanhamento pós-diagnóstico, fornecendo acesso gratuito a exames, divulgação de informações sobre Síndrome da Brida Amniótica e outras doenças/síndromes que causam má formação ou amputação de membros. Assim, o Projeto inclui a distribuição de materiais, organização de eventos, simpósios, palestras, encontros etc. Será um projeto contínuo e permanente, que será desenvolvido em parceria com a Associação “Dar a Mão”, de São João do Ivaí.
Segundo a professora Geane Poteriko, mãe de Dara, a agenesia é uma condição que não passa de uma questão estética, por isso não deve ser considerada uma "deficiência". Mas, aos olhos da sociedade, percebemos que tudo o que não é convencional, o que é diferente, se destaca. É claro que o “amor de mãe” não enxerga isso. A sociedade, as pessoas em geral, apresentam tantas outras deficiências que, ao contrário de uma condição física, de nascença, não podem ser modificadas ou simplesmente bem aceitas. Refiro-me às DEFICIÊNCIAS de caráter, de ética e de personalidade. Estas sim merecem atenção, pois precisam ser corrigidas e definitivamente não podem permanecer intactas em meio às EFICIÊNCIAS que as pessoas que possuem diferenças físicas têm a oferecer. Diferenças são bem-vindas!

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas e da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono de seu destino. (Ghandi)

A Associação “Dar a Mão” já conta com o apoio da Prefeitura Municipal de São João do Ivaí, do Rotary Clube, Rotaract Clube e outros voluntários que se mostraram interessados em fazer parte desta rede e ajudar nesta mobilização.
Esta é uma “corrente do bem” e quanto mais pessoas se integrarem, um melhor trabalho poderá ser realizado. Faça parte desta rede! Seja um voluntário!
Contatos pelo celular: (43) 9846-9220 e e-mail: associacaodaramao@gmail.com.



15 anos do Proerd: a formação de 1, 3 milhão de agentes da paz



Encaminho um release que talvez atenda sua necessidade.
Hoje quem coordena o Programa é o Ten Cel Abreu - 041-9997-0357
Contato com ele ou com a Tenente Marília - 41-9805-5769 - 3213-1150 e
Capitão Perovano - 3213-1167 e 41-9165-2890

Obrigado pelo apoio.


Douglas Sabatini DABUL, Coronel PMPR - RR
                     +55 041-9976-4947


15 anos do Proerd: a formação de 1, 3 milhão de agentes da paz




Em comemoração aos 15 anos do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência no Paraná (Proerd), a Polícia Militar do Paraná (PMPR), através do Batalhão de Patrulha Escolar, realizará no próximo dia 25 de outubro, uma série de eventos. Entre eles, um passeio ciclístico com saída da Praça Nossa Senhora do Salete, no Centro Cívico, em Curitiba. No local, haverá também entrega de brindes e muita descontração com a presença da Banda de Música Proerd.
O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, adaptado do programa americano Drug Abuse Resistance Education (D.A.R.E), iniciou sua proposta com o objetivo de atuar na prevenção primária dentro das escolas, em 2000, no município de Matinhos, litoral do PR. Em 2008, passou a fazer parte da unidade do recém criado Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária (BPEC). Como uma das ações da Segurança Pública, o programa está presente em todos os estados do Brasil e é aplicado pela Polícia Militar.
No Paraná, desde então, são 1,3 milhão de estudantes da educação infantil, quintos e sétimos anos do ensino fundamental – além de cursos específicos para pais e responsáveis, professores e comunidade do entorno escolar – formados na cultura de paz. Através da orientação dos policiais do Proerd, que atuam na condição de Educador Social, os envolvidos se transformam em multiplicadores de informações preventivas sobre drogas, à ação de traficantes e à violência dentro da escola, na família e no entorno social.

A música como mensagem
No entanto, desde 2007, a atuação do Proerd está além da sala de aula e da aplicação curricular. Com a criação da banda Pop Prevenção, os policiais envolvidos usam a música para atingir o adolescente, em especial, de uma forma divertida e eficaz.
Os educadores sociais desenvolvem o programa na rede de ensino pública e particular, assim como em outras instituições interessadas e trabalham temas como brigas na escola, prevenção ao uso de drogas, incentivam a cidadania e discutem noções de segurança, entre outros.

Experiências
O Grupo de Teatro é a ação mais jovem do grupo. Desde 2011, os educadores sociais realizam apresentações de experiências cotidianas, através de uma linguagem simples e próxima aos envolvidos. O que até então era apenas um entretenimento para os policiais do BPEC, transformou-se em uma ferramenta de conscientização de jovens, professores e funcionários, pais e responsáveis, assim como da comunidade do entorno.

Os temas trabalhados nas peças teatrais abrangem a prevenção ao uso de drogas, à responsabilidade e participação dos pais na vida dos jovens, às ações cotidianas dos profissionais dos estabelecimentos de ensino e, principalmente ao verdadeiro papel e a participação da Polícia Militar neste processo.


PROERD – NOSSAS CRIANÇAS LONGE DAS DROGAS

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

BOLETIM PRA VALER! TEATROS ACESSÍVES PARA ESTE SÁBADO!

BOLETIM PRA VALER! TEATROS ACESSÍVES PARA ESTE SÁBADO!

Entrada
x

Amigos Pra Valer

Anexos09:45 (Há 16 minutos)
para Amigos

Olá amigos, programação para este sábado, leiam com atenção pois são dois convites para teatros em locais diferentes.

Aquele abraço!

SESC SANTANA

convite para a comédia ZABOBRIM O REI VAGABUNDO, com audiodescrição

Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Barracão Teatro da Cooperativa Paulista de Teatro e o Serviço Social do Comércio apresentam:  ZABOBRIM O REI VAGABUNDO, com audiodescrição.

Data: 26 de setembro (sábado).
Horário: 21:00 horas.
Local: SESC SANTANA.
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, 579.
Duração: 90 minutos
Censura: livre
Valor:
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (estudante, servidor de escola pública, +60 anos, aposentados e pessoas com deficiência), R$9,00 (trabalhador do comércio, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes).
Reserve já o seu lugar enviando email para: marina@vercompalavras.com.br

SESC Tel.: 11 29718700

Prefira o transporte público: Metrô Jardim São Paulo – 850 metros; Parada Inglesa – 1250 metros.

Sobre o espetáculo: Zabobrim, o palhaço vagabundo, remexendo no lixo, encontra uma lâmpada mágica e o gênio lhe concede três pedidos. Palhaço que é, depois de perder os dois primeiros, pede para se tornar Rei. Seu desejo é realizado e Zabobrim retorna ao passado, quando o fim da monarquia se anuncia e os reis estão perdendo suas cabeças.

Descrição do flyer: o e-flyer, com fundo vermelho, escrito com letras brancas e amarelas, é ilustrado pela foto do palhaço Zabobrim com o rosto pintado de branco, nariz e boca vermelhos, vestido como rei, com uma grande coroa dourada e um manto bege com babados em volta do pescoço em preto e branco. Na lateral esquerda, uma fileira de pequenos desenhos de coroas douradas. No rodapé, as logomarcas dos realizadores: PROAC SP – Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, Barracão, Teatro da Cooperativa Paulista de Teatro, SESC, Governo do Estado de São Paulo.

Descrição: Descrição: https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfp1/v/t1.0-9/12006249_988664997862768_6578274949301398462_n.jpg?oh=f780a71f5e20178bbc07928ae93ffd67&oe=569EBF50&__gda__=1452887513_fc23b6ea1cd0e86bf3621baeebcd3274

SEGUNDO ESPETÁCULO:
TEATRO SERGIO CARDOSO

convite para espetáculo PULSÕES, com audiodescrição


PULSÕES, espetáculo de Dib Carneiro Neto, com direção de Kika Freire, será apresentado com audiodescrição e interpretação em LIBRAS no Teatro Sérgio Cardoso.

Data: 26 de setembro (sábado).
Horário: 20:00 horas.
Local: Teatro Sérgio Cardoso, Sala Paschoal Carlos Magno.
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo, SP.
Duração: 50 minutos.
Censura: 12 anos
Valor: R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (meia).
Convites cortesia para pessoas com deficiência. Acompanhantes pagam meia entrada.
Favor confirmar presença pelo email: marina@vercompalavras.com.br

Sobre o espetáculo: Com Fernanda de Freitas e Cadu Fávero, PULSÕES mostra um comovente encontro entre uma bailarina e um maestro. O texto inédito de Dib Carneiro Neto foi inspirado no trabalho da psiquiatra Nise da Silveira e mescla teatro, música e dança para abordar temas complexos como a loucura e a reintegração por meio do amor.

Ficha Técnica: Texto: Dib Carneiro Neto; Direção: Kika Freire; Elenco: Fernanda de Freitas e Cadu Fávero; Direção Musical e Trilha Sonora; Marco França; Piano: João Bittencourt; Violoncelo: Maria Clara Vale; Iluminação: Fran Barros; Cenários e Figurinos: Teca Fichinski; Caracterização: Rose Verçosa; Forografia e Programação Visual: Victor Hugo Cecatto; Direção de Produção: Paula Salles; Coordenação Geral: Maria Siman; Produção Executiva: Joana D’Aguiar; Realização: Primeira Página Produções Culturais; Foto: Victor Hugo Cecatto.

Descrição do flyer: o e-flyer, com fundo branco e faixas cor de rosa, é ilustrado no lado esquerdo, em primeiro plano, pela fotografia da bailarina abaixada, com a cabeça levantada olhando para frente, os cabelos loiros rastafári com mechas cor de rosa, o rosto pintado, a roupa de tule rosa e prata enfeitada com flores na alça; e do maestro que está atrás dela com os braços abertos, o corpo ligeiramente inclinado para frente, o olhar perdido, o rosto e cabelo ralo pintados de branco. Ele usa uma túnica branca com arabescos pretos bordados em volta do decote e na lateral direita. Ao fundo, estão o pianista e a violoncelista, ele em pé, com o rosto pintado de branco, usa uma camisa branca com os nomes de instrumentos musicais estampados nos ombros e segura uma folha de papel; ela usa vestido florido com saia de tule e está sentada tocando seu instrumento.  No rodapé, sobre faixa rosa, o título da peça em letras brancas. Descrição: cid:image001.jpg@01D0F525.6654C150